Rádio Central Angico - Ba: Sócio da boate Kiss deixa hospital e vai para presídio

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Sócio da boate Kiss deixa hospital e vai para presídio

Sócio da boate Kiss deixa hospital e vai para presídio
Foto: Divulgação
O sócio da boate Kiss, Elissandro Spohr, de 28 anos, recebeu alta no início da noite desta terça-feira (5), prestou depoimento à polícia em Cruz Alta (RS) e, logo depois, foi levado para a Penitenciária Regional de Santa Maria (RS). Kiko, como é conhecido, teve a prisão preventiva decretada por ser investigado devido ao incêndio durante a festa na casa noturna.Ele chegou à casa prisional por volta das 21h30. O empresário estava hospitalizado em Cruz Alta, sob custódia policial, para se recuperar de complicações no pulmão, por ter inalado a fumaça gerada pelo fogo que atingiu a boate. O outro sócio da boate, Mauro Hoffmann, o produtor da banda Gurizada Fandangueira, Luciano Augusto Bonilha Leão, e o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos também estão detidos no Presídio Regional de Santa Maria. Segundo o médico Paulo Ricardo Vieceli, que cuidava do empresário na unidade, a Justiça negou o pedido feito pela defesa do empresário para que ele não fosse levado a Santa Maria. A equipe médica formada por um cardiologista, um psiquiatra e uma psicóloga disse mais cedo que a transferência de Kiko para outra cidade que não Santa Maria garantiria a “integridade mental” do empresário. O advogado de Kiko, Jader Marques, pediu para que ele fosse levado para Ijuí (RS). Vieceli havia dito à tarde que só daria alta ao paciente após a decisão da Justiça, o que revoltou a delegada regional de Cruz Alta, Lylian Carus. “Como um médico pode condicionar a alta a uma decisão judicial? Eu estou aqui sem saber o que o médico vai decidir. Imagina o que aconteceria se todo preso pudesse escolher o presídio para o qual quer ir”, disse. O Ministério Público do Rio Grande do Sul se disse contrário ao pedido de Kiko. “Sua remoção para outra Comarca demandaria tempo para seu transporte e realização das diligências necessárias (acareações, etc), o que é totalmente desnecessário”, afirmou em parecer a Promotoria.

Fonte: Bahia Notícias

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