Rádio Central Angico - Ba: Major Brandão discute Segurança Pública na Câmara de Vereadores de Capim Grosso

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Major Brandão discute Segurança Pública na Câmara de Vereadores de Capim Grosso

Com o salão das sessões lotado,  a Câmara de Vereadores de Capim Grosso recebeu o Major Brandão  da 24ª CIPM, que representa 19 municípios,  no momento a Polícia  flagra alguém fugindo das normas e leis, então é obrigação, que seja adotada uma postura,  conduzir veículos sem habilitação é infração e crime de trânsito e nós não podemos desobedecer as leis.

O Major explicou que  em uma  cidade como Capim Grosso onde o contingente é pequeno a os policiais não tem condições de estarem em todos os lugares, mesmo assim,  tem sido feito muita coisa.  Ressaltou a questão de cultura em cada cidade, sendo necessário repensar o país de uma forma ampla.
A sessão foi conduzida pelo Presidente da Casa, Manoel Fernandes, que abriu espaço para que os edis fizessem perguntas ao Comandante da 24ª Cia Independente.

Gilberto do Peixe perguntou sobre as  moto taxis que  estão atrasadas e pessoas que não tem a habilitação, pedindo prazo para que sejam feitas as regularizações, “pois a seca é grande e a situação é precária”.

Brandão  – “Vejam o que é cultura” , ressaltando que em Juazeiro, logo que atingissem maioridade os jovens  tiravam a datilografia e sua 1ª habilitação, incentivados pelos pais guinando para a cidadania. “ A habilitação é facultativa e imputável , necessário Auto Escola e exames,  e o Estado analisa para tal”.  Colocou ainda que muitas pessoas são boas na condução mas, ficam na retaguarda por não conseguir passar nos exames. “ Quem sou pra dizer que vou dar um tempo? Amanhã ou depois serei destituído se falar isso aqui”.

Prof. Ney perguntou se confirma a informação da troca no comando a cada três meses,  se procede? E Sobre as motos que já estão apreendidas em Jacobina?. Gostaria de um bom censo.

Brandão -   “As operações podem ser afrouxadas, ela tem o momento, o espaço e direcionamento, pode estar ocorrendo dessa forma, houve a necessidade da intensificação e pode voltar a qualquer hora, sobre as motos apreendidas regularizem” . E disse que foram encontrados veículos com restrições de furtos e roubos. “Na esfera de competência pode fracionar, pois tem vários oficiais”. Já possibilitou o desmembramento do Pelotão,  e que a população pode  ajudar.

Samoel Moto Taxi  – As pessoas se apegam a vários tipos de trabalho e se arriscam sem habilitação para  ganhar o pão de cada dia, percebemos que a cidade esta acuada, uma habilitação custa 1.500 reais e o Governo paga 600 reais de salário. Motos foram levadas para Jacobina, até motos emplacadas estão levando, porque não foram colocadas no Pelotão de Capim Grosso?

Brandão - “O Código Nacional de Trânsito no momento que flagra o cidadão sem a habilitação diz que a moto tem que ficar retida.  O pátio encheu e precisava desafogar , o correto é a Retran ter  um pátio aqui, para que isso não aconteça.  A lei determina isso que se apreenda e apresente o veículo.  Será que não é o momento da Auto  Escola Pblica do Trânsito para Capim Grosso?”

Bruno  Victor –  O edil lembrou que não existe em cidades grandes pessoas vendendo leite em motos, “quando falamos sobre  o prazo é porque escureceu e amanheceu e acordamos com isso”,  pra tirar a habilitação não precisa ler e escrever não, tem que ter curso superior. O Governo coloca o Major como representante, mas,  não quer saber que a roça não tem capim pra dar ao Jegue, e nem  onde o pobre vai tirar o dinheiro pra tirar a habilitação. Tudo tem que ter um prazo”.

Brandão - “Não discordo, mas viemos em uma situação atípica, que todos vocês sabem o motivo, me coloco a disposição para que vocês agendem o contato com a direção geral do Detran em Salvador.

Antonio de Brás- “Represento a zona rural, e a nossa população foi pega de supetão, e parece que a tragédia que aconteceu,  as pessoas vão ter que pagar,  abordagens da forma que foram feitas, que  não venham acontecer, tem que ser de forma moderada, educativa e que todos nós possamos desempenhar trabalhos em que não se traga constrangimento”.

Arivelton Mota – “Nós ouvimos  muitas pessoas preocupadas com o serviço da Policia Militar em Capim Grosso, procuramos os responsáveis,  e eu queria fazer a pergunta se a municipalização do trânsito poderia reduzir esse tipo de abordagem.  Nenhuma  pessoa que cometeu esse crime foi preso com essas abordagens”.

Brandão - De hipótese alguma o trabalho foi direcionado para o cidadão, o Estado ataca vários flancos, velados e investigativos, talvez estariam jogando pedra em mim se estivéssemos matando delinqüentes,  mesmo que não tivesse nada a ver. Nada vai ficar sem resposta, muitos trabalhos estão sendo feito, quantos se passam por coitados e por trás é articulador da criminalidade. Será que nós não já chegamos ao nosso objetivo? O índice de criminalidade agora é quase zero  e a polícia está aqui pra trazer o bem”. Disse ainda que a municipalização requer gastos, mas que todo o montante arrecadado com multas vai para o município, porém, é necessário montar toda uma estrutura, não sendo fácil, mais que pode trazer benefícios.

Frank –  Ressaltou a presença de  lideres religiosos, Sindicato do Trabalhadores Rurais, trabalhadores municipais, Rotary club,  entre outros,  “a sua participação foi importante para a construção do desenvolvimento de Capim Grosso, sabemos que algumas pessoas foram prejudicadas, mas sabemos que o trabalho foi importante para a segurança publica da cidade.   Entendemos que alguns momentos não temos as respostas que queremos, muito satisfeito que o senhor se colocou a disposição da comunidade.” Perguntou  se uma base comunitária não pode ser trazida para Capim Grosso de uma forma emergencial.

Brandão - “A Cia independente o Estado irá destinar recursos próprios , com estruturas  mais modernas de efetivo e  viaturas, além de recursos oficiais”.  Lembrou do Eixo Rodoviário que circunda a cidade que se faz necessário uma Cia Independente. “A policia hoje que estar muito mais perto das pessoas  para que entenda melhor os problemas e possa  resolve-los’.

Dete  -  Disse que a presença do Major foi louvável, e que agora os vereadores têm o que falar ao povo em relação as atitudes que serão tomadas daqui por diante.

Vanderley – Disse estar muito  triste diante dessa situação,  “mas o Major esta aqui dando explicações e até porque a sociedade nos cobra,  mas estamos  pedindo  aos órgãos,  fazendo cobranças no intuito de melhorar a segurança”.

Após os legisladores tirarem suas duvidas, foi a vez do Presidente Manoel Fernades ceder espaço para que a população pudesse perguntar ao major Brandão sobre a situação da segurança  Pública na cidade.
Ascom

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