
Um morador de rua encontrou, na madrugada desta segunda-feira (29), a urna eletrônica que foi furtada antes do início da eleição municipal de domingo (28), na capital paulista. O aparelho foi encontrado na Avenida Osvaldo de Oliveira, perto do local de onde foi levada, dentro de um saco. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, os lacres do equipamento estavam intactos. O microterminal e o cabo de energia não foram encontrados. A Polícia Militar (PM) foi acionada pelo próprio morador de rua. A autoria do crime ainda é desconhecida. O Código Eleitoral prevê pena de até três anos de reclusão e pagamento de multa pelo furto do equipamento. O furto foi percebido no início da manhã do domingo pelos auxiliares da escola, onde funcionou a 405ª Zona Eleitoral. Eles mesmos providenciaram a substituição da urna, às 8h20. O incidente não provocou filas no local para a votação. A urna furtada foi bloqueada, o que impossibilita fraudes.
Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições de 2012 era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, dois meses após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo para o eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. Esse triunvirato: Sérgio Cabral, Luiz Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia democrática. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.
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